Paulo Bernardo

Claro, GVT e Sky já manifestaram interesse em firmar acordos com a Telebrás.

A informação é do ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, segundo quem as parceiras podem ajudar na troca de capacidade de rede e aumento da oferta do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL).

Conforme Bernardo, o acordo comercial com a Claro deve ser similar ao fechado com a TIM.

Na semana passada, a TIM se comprometeu a utilizar a rede da Telebrás para expandir a oferta de internet popular – velocidade de 1 megabit por segundo (Mbps) ao custo mensal de R$ 35.

O modelo da TIM
Com início de comercialização prevista até setembro de 2011, o plano da TIM estará disponível nas cidades de Samambaia, Recanto das Emas, no Distrito Federal, e Águas Lindas de Goiás e Santo Antônio do Descoberto, em Goiás.

Para contratar, bastará comparecer a um ponto de venda credenciado da TIM com comprovante de residência em um desses municípios. O minimodem sai por R$ 96, parcelado em até 12 vezes de R$ 8 no cartão de crédito. A venda do plano será limitada a um acesso por CPF.

GVT e Sky
No caso da GVT e Sky, o ministro disse que os contratos serão diferentes, já que não se trata de operadoras de telefonia móvel. O perfil da GVT e Sky (prestadora TV paga e banda larga fixa) prevê ofertas diferenciadas, com velocidade de conexão mais elevada, disse Bernardo.

O PNBL
A intenção do PNBL é oferecer velocidade de 1 Mbps com preços a partir de R$ 35. As mensalidades dos planos de 1 Mbps oferecidos hoje pela maioria das operadoras custam a partir de R$ 39,90, considerando os preços de São Paulo.

Nos estados que aceitarem retirar o ICMS do serviço, a banda larga poderá chegar a R$ 29,90. Os grupos Oi, Telefônica, CTBC e Sercomtel fecharam, em 30 de junho, contratos com o governo.

O objetivo do governo é disponibilizar o serviço de 11,9 milhões de domicílios para quase 40 milhões de domicílios até 2014.