Fixar percentuais mínimos de velocidade na prestação de serviços de internet é “coisa rara no mundo”, ao menos na opinião das operadoras de telefonia do Brasil.

“Encomendamos um estudo para avaliar a situação e descobrimos que entre diversos países, apenas a Índia e a Malásia adotam controles de velocidade”, afirmou o diretor-executivo do Sinditelebrasil, Eduardo Levy, ao site Convergência Digital.

Para o executivo, essa “raridade” não implica em um juízo preventivo de que a medida é boa ou ruim.

Como lembra o Convergência, ainda não há uma posição firmada sobre a proposta que fixa percentuais mínimos de velocidade no acesso a internet no Brasil.

Hoje em consulta pública, o texto determina que as conexões deverão garantir, em média, pelo menos 60% da velocidade contratada – com ampliação gradual para 80% em dois anos.

Além disso, a velocidade mínima poderá ocasionalmente ser de somente 20% daquela contratada, no caso das medições instantâneas que poderão ser feitas pelos próprios internautas.

Isso implica diretamente em compensação para que, na média mensal, o acesso respeite o critério dos 60%, observa o Convergência.

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