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A cinco anos do prazo final para migração do sinal analógico para o digital na TV brasileira, empresas já iniciam o lobby pró-adiamento da data, marcada para 2016.

Contra o adiamento, o governo estuda facilitar o financiamento para as transmissoras, diz o jornal Folha de S. Paulo nessa quinta-feira, 13.

Segundo a Folha, há no país cerca de 400 geradoras, responsáveis pela produção de conteúdo. O governo estima que 300 estão autorizadas a transmitir o sinal digital (consignadas), só que pouco mais de 100 já transmitem.

A meta do governo é que até o fim do ano todas estejam consignadas.

Já entre as retransmissoras responsáveis por levar o sinal a locais mais distantes – um total de 6.000 – calcula-se que apenas 20 estejam  consignadas.

Para 2012, a meta é de 2.000 retransmissoras consignadas.

“A digitalização da transmissão anda devagar. Há dificuldades, como a de financiamento”, afirmou à Folha o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo.

A atual linha de crédito do BNDES para os radiodifusores é de R$ 1 bilhão. Foram liberados apenas R$ 107 milhões desde o governo Lula.

Mas, o nível de exigências – referentes a ações trabalhistas na Justiça, taxas da Anatel, Previdência Social e licenciamento – impede que a maioria das emissoras tome empréstimo, segundo fontes do governo citadas, porém não identificadas, pela Folha.

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