Em seu primeiro pronunciamento a rádios e TVs, a presidente Dilma Rousseff disse que o governo vai acelerar a expansão da banda larga no Brasil.

Dilma falou nessa quinta-feira, 10, aos meios de comunicação brasileiros.

“Estamos acelerando a implantação do Plano Nacional de banda larga, não só para que todas as escolas públicas tenham acesso à Internet, como também para que no médio e longo prazo a população pobre possa ter Internet em sua casa, no seu pequeno negócio, a preço compatível com sua renda”, disse a chefe do executivo nacional.

Desde o início de seu mandato, a presidente tem demonstrado interesse no Plano Nacional de Banda Larga (PNBL).

O ministro das Comunicações de Dilma, Paulo Bernardo, foi incumbido pela presidente de dar atenção ao assunto, procurando agilizá-lo.

Desde então, Bernardo tem reunido-se com representantes de operadoras para ouvir reivindicações e cobrar medidas. Uma das propostas é que o PNBL siga o modelo do Luz Para Todos, com, entre outras coisas, isenção de impostos aos prestadores.

Na prática, um ajuste no orçamento destinado à Telebrás, estatal responsável pelo plano, foi implementado.

Logo no início de janeiro Paulo Bernardo informou o gaúcho Rogério Santanna, presidente da estatal, que o total aprovado para o projeto foi de R$ 589 milhões, 58,9% do R$ 1 milhão pretendido.

Santanna, à época, declarou que o corte não atrasaria a implantação do PNBL.

O plano deverá conectar 1.173 cidades à rede, a um custo previsto de R$ 35 para o cidadão.