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O Brasil é o 12º país com a maior participação de impostos sobre o custo total de propriedade de telefonia móvel (TCMO, na sigla em inglês) dentre 111 pesquisados pela GSM Association (GSMA).

E a situação já foi pior. Em 2007, o Brasil ocupava a quarta posição.

De lá para cá, a participação de impostos sobre o TCMO caiu de 28% para 25% no país. Nessa conta são considerados não apenas os impostos sobre o serviço em si, mas também aqueles que incidem sobre a venda dos aparelhos, interconexão e mensagens de texto.

A redução no Brasil foi uma exceção.

Entre 2007 e 2011, a média mundial subiu de 17,4% para 18,1%. Nesse intervalo de tempo, a participação da tributação sobre o TCMO aumentou em 56 dos 111 países pesquisados.

O ranking dos cinco países com maior incidência de tributação tem Turquia (48,23%), Gabão (37,2%), Paquistão (31,61%), Grécia (30,44%) e Congo (29,14%). Os países com a menor proporção são China (3,3%), Nigéria (5,4%), Lesoto (5,95%), Iêmen (6,02%) e Irã (6,2%).