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Um dos principais atrativos do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), o preço da conexão, não valerá para todos os clientes graças à flexibilização de regras do plano feita pela Telebrás.

Com isso, informa o site Convergência Digital, os R$ 35 cotados para o plano serão restritos.

De acordo com o portal, a ideia inicial da estatal, de manter a proporção de 10 clientes para cada megabit, foi alterada. Agora, a regra vale apenas para os conectados.

Como nem todos acessam a internet simultaneamente, dizem os provedores, a estatal permite até 20 consumidores nos planos.

Os provedores deverão manter pelo menos, 10 clientes a cada megabit no PNBL – ou seja, apenas metade deverá, obrigatoriamente, pagar os R$ 35 previstos no plano do governo.

“Há questões que são de mercado e que poderiam inviabilizar o interesse dos provedores”, justificou o diretor comercial da empresa, Caio Bonilha Rodrigues, ao Convergência Digital.

A Telebrás também cedeu à garantia de banda na ponta. Inicialmente, valerão os mesmos 10% da velocidade contratada em vigor no mercado atualmente.

Uma das expectativas do PNBL era disponibilizar o serviço de 11,9 milhões de domicílios para quase 40 milhões de domicílios até 2014.

O custo da tarifa deve ser de R$ 15, para o plano com incentivos, com velocidade de até 512 kbps (quilobits por segundo) e com limitação de downloads e de R$ 35 para o plano comum, com velocidade entre 512 e 784 kbps.

Atualmente o brasileiro paga em média R$ 50 pela banda larga com velocidade de 256 kbps.

Conforme o Convergência Digital, mais de 200 provedores de acesso, em 200 cidades, já sinalizaram à Telebrás o interesse de adquirir os links, mantidos em R$ 230 por megabit. Os contratos efetivos ainda dependem da implantação da rede.

Leia a matéria completa do Convergência Digital nos links relacionados abaixo.