Com "efeito Telebrás", banda larga cai até 30%

01/08/2011 10:01

A publicação do Decreto 7.175/2010, que estabeleceu o PNBL e reestruturou a Telebrás, pondo-a de gestora do plano, gerou efeitos já mensuráveis no mercado de Internet nacional: conforme pesquisa da estatal, só a divulgação do decreto já baixou os preços praticados em até 30%.

O estudo é assinado por Lilian Bender Portugal, da diretoria Comercial da Telebrás. Segundo ela, a meta foi identificar os preços praticados antes e depois da publicação do decreto.

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A publicação do Decreto 7.175/2010, que estabeleceu o PNBL e reestruturou a Telebrás, pondo-a de gestora do plano, gerou efeitos já mensuráveis no mercado de Internet nacional: conforme pesquisa da estatal, só a divulgação do decreto já baixou os preços praticados em até 30%.

O estudo é assinado por Lilian Bender Portugal, da diretoria Comercial da Telebrás. Segundo ela, a meta foi identificar os preços praticados antes e depois da publicação do decreto.

Para a realização da pesquisa, foram analisados mercados de 30 localidades do país e avaliados valores cobrados por três operadoras do segmento de atacado (venda de capacidade para provedores de serviços web).

Os resultados colhidos indicam uma redução média de 11,9% em uma primeira versão da pesquisa.

Já em um segundo levantamento, os preços caíram 18,93%, chegando à queda de 28,92% em uma terceira análise.

Conforme Caio Bonilha, presidente da Telebrás, apesar de ter sido realizada em 2010, a pesquisa ainda é válida.

Um dos motivos, segundo ele, é que o mercado brasileiro reage ao PNBL e à atuação da Telebrás com oferta de preços mais competitivos, em função de fatores como a chegada do acesso web, com o Plano, a localidades antes ignoradas.

Além da reação nos preços de oferta de acesso à Internet, o estudo também identificou uma forte concentração no mercado de infraestrutura web no país.

Conforme os dados levantados, os 1576 provedores identificados são atendidos majoritariamente por quatro empresas: Oi, NET, Telefónica e GVT.

Juntas, as quatro companhias ficam com 90% do mercado de banda larga nacional.

Entre elas, a Oi lidera em participação, com fatia de 32%.

Em seguida vêm Net/Embratel, com 26%; Telefonica, com 24%; e GVT, com 8%.
 

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Segundo o Jornal do Comércio, a meta é chegar com a infraestrutura para que parceiros locais possam ofertar internet de 1 Mbps de velocidade a no máximo R$ 35/mês.

Telebrás já admite novos sócios na estatal

A Telebrás poderá ter novos sócios no seu capital.

Segundo o novo presidente da estatal encarregada do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL), Caio Bonilha, os parceiros não são prioridade no momento, mas não são descartados.

“Ainda assim, a União continuaria mantendo o controle sobre a empresa”, declarou Bonilha em entrevista à agência Reuters.

Telebrasil: acesso à banda larga cresce 53,5%

O número de acessos em banda larga cresceu 53,5% em maio de 2011 em relação ao mesmo período de 2010, segundo informações do Telebrasil.

Ao todo, foram 42,1 milhões de acessos.

Nos últimos 12 meses, diz a entidade, foram ativadas 14,6 milhões de novas conexões, com uma média de um novo cliente a cada dois segundos.

Telebrás assina 1º contrato da internet a R$ 35

A Telebrás assinou nessa quarta-feira, 08, o primeiro contrato para o fornecimento de internet dentro das regras do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL).

O contrato prevê o fornecimento de um link com capacidade de 100 Mbps a um custo inferior a R$ 200 o megabite, por mês – menos da metade atualmente pago pela Sadnet, primeiro prestador de serviços de telecomunicações a assinar contrato com a estatal.

Descobertenses conectados

Bonilha sinaliza Telebrás aberta ao mercado

A gestão de Caio Bonilha, novo presidente da Telebrás, será mais próxima do mercado.

Em sua primeira entrevista, noticiada pelo site Convergência Digital, o novo diretor da estatal responsável pelo Programa Nacional de Banda Larga (PNBL) já anunciou mudanças na postura da empresa.

Telebrás: sai Santanna, entra Bonilha

O gaúcho Rogério Santanna foi destituído da presidência da Telebrás nessa terça-feira, 31.

A informação consta em comunicado ao mercado enviado à Comissão de Valores Mobiliários.

Telebrasil: acesso à banda larga passa 40 mi

No mês de abril, o acesso à internet de banda larga no Brasil chegou a 40,9 milhões.

Os dados são da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil). De acordo com a entidade, houve uma adição de 14,2 milhões de novos clientes nos últimos 12 meses, o que representa uma evolução de 53,2%.

O levantamento do Telebrasil considera não apenas o acesso à banda larga fixa e móvel, com modem sem fio.

Telebrás fecha com Petrobras para usar rede

A Telebrás assinou o acordo definitivo com a Petrobras para utilizar a malha de fibra óptica da companhia de petróleo no Plano Nacional de Banda Larga (PNBL).

Segundo o jornal Valor Econômico, o contrato permite que a Telebrás comece a instalar os equipamentos que vão ativar o anel de fibra óptica da Petrobras, instalado na região Sudeste do país.

Intelig fecha em R$ 33,6 mi com Telebrás

A Intelig venceu pregão eletrônico da Telebrás para ser a principal responsável pelo provimento de enlaces de comunicação e trânsito para acesso à internet – nacional e internacional – dentro do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL).

O contrato tem vigência de dois anos após a assinatura e seu valor é de R$ 33,6 milhões.

Câmara aprova R$ 300 milhões para Telebrás

A Telebrás receberá um aporte de R$ 300 milhões para aplicação no Programa Nacional de Banda Larga (PNBL). O crédito extraordinário foi aprovado na última terça-feira, 03, pela Câmara dos Deputados.

Segundo a Computerworld, o recurso estava previsto na Medida Provisória N° 515 de 28 de dezembro de 2010 que concede, ao todo, um crédito de R$ 26,6 bilhões a órgãos e estatais federais.

Telebrás: rede Eletrobras e Petrobras em maio

A Telebrás deverá usar as redes de fibra ótica da Eletrobras e da Petrobras até o fim de maio.

Essa é a expectativa do presidente da estatal de telecomunicações, Rogério Santanna, que afirmou nessa quarta-feira, 27, que as negociações para uso da infra das estatais de energia estão avançadas.

Bernardo: Telebrás precisa de ajustes

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, jogou mais lenha nas suspeitas de que a Telebrás, e consequentemente Rogério Santanna, seu presidente, estão perdendo força no governo.

Em entrevista ao jornal Valor dessa segunda-feira, 25, Bernardo negou que o governo esteja tentando esvaziar as operações da estatal, ressuscitada para levar adiante o Programa Nacional de Banda Larga (PNBL).

Mas, o ministro reconheceu ao jornal que há ajustes que precisam ser feitos.

Telebrás: R$ 35,9 mi em novos contratos

Somente no mês de abril, a Telebrás, estatal responsável pela implementação do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), já investiu R$ 35,9 milhões em contratos para o projeto do governo federal.

Um dos últimas acordos de fornecimento foi com a PromonLogicalis, que fornecerá os sistemas auxiliares da Rede IP para o PNBL, por R$ 17,1 milhões. Outros R$ 18,8 milhões ficam a cargo de um consórcio.

Em 2010, Telebrás teve prejuízo de R$ 13,8 mi

A Telebrás encerrou o ano passado com prejuízo de R$ 13,8 milhões, segundo o relatório da administração da companhia estatal. Apesar do resultado negativo, esse foi o menor prejuízo nos últimos três anos, diz o documento.

O resultado foi atribuído “à recuperação de parte da provisão constituída a partir de setembro de 1998, quando iniciou-se o processo de privatização do Sistema Telebrás”.

Bernardo: Claro, GVT e Sky querem PNBL

Claro, GVT e Sky já manifestaram interesse em firmar acordos com a Telebrás.

A informação é do ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, segundo quem as parceiras podem ajudar na troca de capacidade de rede e aumento da oferta do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL).

Conforme Bernardo, o acordo comercial com a Claro deve ser similar ao fechado com a TIM.

PNBL não cumprirá a meta para 2011

O presidente da Telebras, Rogério Santanna, admitiu nessa quarta-feira, 27, que o Programa Nacional de Banda Larga (PNBL) não cumprirá a meta para 2011.

A razão dos atrasos, segundo Santanna, são cortes orçamentários.

PNBL começa em 90 dias

Telefônica, Oi, Sercomtel e CTBC assinaram um acordo com o  Ministério das Comunicações para oferecer a banda larga de  1 Mbps a R$ 35 por mês nesta quinta-feira, 31.

O valor estipulado refere-se à assinatura pelo serviço, não incluindo o modem.

Das quatro empresas, três atuam na região Sul, sendo que a Oi está nos três estados e a Sercomtel e CTBC apenas no Paraná. A oferta deve iniciar em 90 dias.

PNBL: atacado por R$ 1,1 mil cada 2Mbps

Os links de internet no atacado brasileiro poderão custar R$ 1,1 mil a cada 2 Mbps.

Segundo o site Convergência Digital, o valor vem de acerto entre governo e concessionárias, que prevê ofertas diferenciadas para empresas optantes do regime simplificado de tributação, o Simples.

PNBL: racha no governo?

A presença em Porto Alegre do presidente da Telebrás, Rogério Santanna, expôs um possível racha no governo federal em torno do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) – o carro-chefe da inclusão digital do executivo nacional, com orçamento de R$ 600 milhões.

Santanna esteve nessa terça-feira, 19, num seminário sobre o tema.

PNBL: plano por R$ 35 não será bem assim

Um dos principais atrativos do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), o preço da conexão, não valerá para todos os clientes graças à flexibilização de regras do plano feita pela Telebrás.

Com isso, informa o site Convergência Digital, os R$ 35 cotados para o plano serão restritos.

De acordo com o portal, a ideia inicial da estatal, de manter a proporção de 10 clientes para cada megabit, foi alterada. Agora, a regra vale apenas para os conectados.

PNBL: novos contratos de R$ 35,5 mi

A Telebrás assinou na tarde desta quinta-feira, 03, dois novos contratos, somando valor de R$ 35,5 milhões, no âmbito do PNBL, com foco nas regiões Sul e Nordeste.

As empresas vencedoras foram Networker e Bimetal, que fornecerão torres e postes para viabilizar a entrega do sinal de internet até a sede dos municípios contemplados pelo Plano Nacional de Banda Larga.

A Networker vai atender os anéis sudeste e Sul, enquanto a Bimetal fica com o Nordeste.

RS está a 900 km de fibra do PNBL

O Rio Grande do Sul está a 900 quilômetros da infraestrutura básica de fibra ótica para o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). Em investimento, a meta representa um custo entre R$ 15 milhões e R$ 25 milhões.

Os dados são de levantamento técnico feito pelo Ministério das Comunicações apresentado nessa quarta-feira, 13, pelo titular da pasta, Paulo Bernardo, ao governador gaúcho, Tarso Genro.

Subcomissão na Câmara vai acompanhar PNBL

Uma subcomissão foi criada na Câmara dos Deputados para acompanhar a implementação do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL).

O grupo fará parte da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara, e foi sugerida pelos deputados Newton Lima (PT-SP) e Bruno Araújo (PSDB-PE).

Santanna: operadoras choram de medo

A onda de reclamação das operadoras em relação ao Plano Nacional de Banda Larga é, na verdade, temor de uma vingança de seus “consumidores maltratados”, que fazem das teles e provedores os campeões de reclamação no Procon.

A afirmação é de Rogério Santanna, presidente do principal alvo dos protestos das teles: a Telebrás, gestora do PNBL.