Márcio Butuem, diretor de Consultoria de Vendas da Oracle do Brasil.

A Oracle espera ter até o final do ano o primeiro cliente brasileiro em produção do Oracle Business Process Management Suite 11g, nova versão da solução de gestão de processos de negócios (BPM, na sigla em inglês) da companhia.

Focado em grandes corporações e projetos no setor público, o 11g tem como principal novidade a unificação dos processos baseados em BPMN 2.0 e BPEL em um único ambiente de execução.

Possibilitada pela compra da BEA Systems por US$ 8,5 bilhões no começo de 2008, a nova abordagem significa que o software vai conseguir desenhar processos centralizados em pessoas ou no fluxo de documentos com recursos de automatização pela integração com outros sistemas corporativos.

“Temos notado em licitações que as exigências para sistemas de BPM começam a incluir gestão do ciclo de vida do documento, requisitos de assinatura eletrônica e segurança, o que é impossível sem integração de sistemas”, revela Márcio Butuem, diretor de Consultoria de Vendas da Oracle do Brasil.

Para Butuem, com o crescimento da maturidade do conceito, haverá cada vez menos espaço para “sistemas de BPM isolados centralizados em documentos ou ciclos de tarefas”. O 11g funciona integrado a soluções de SOA , monitoramento e BI da Oracle.

Como quase todos os aplicativos lançados hoje em dia, o Oracle BPM Suite 11g tem recursos de colaboração baseados em wikis, blogs e outras aplicações da web 2.0.

“Práticas de BPM geram muitas mudanças dentro das organizações e é importante permitir a difusão dessas informações entre os colaboradores”, resume Butuem.