O BNDES fechou em julho um registro de preços visando a futura compra de até 2.851 licenças perpétuas de uso do software Microsoft Office Professional Plus 2010.

O pregão eletrônico foi vencido pela mineira CMI, com uma oferta de R$ 1,79 milhão, o que significa um custo unitário de R$ 627.

A decisão do banco de fomento federal mostra a divisão na administração pública brasileira quando o assunto é adoção de software livre, uma política que vêm sido defendida com mais ou menos ênfase ao longo dos últimos anos.

Desde 2008, um grupo de 24 órgãos e empresas públicas se agrupou sob o chamado Protocolo de Brasília, que prega a adoção de formatos abertos de documentos no governo sob a suíte de escritório BrOffice.

Participam na iniciativa instituições como Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Petrobras e Correios.

No Sul, as signatárias são a prefeitura de Nova Aurora, no Paraná, a prefeitura de Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul, a estatal paranaense de processamento de dados Celepar.