Um estudo da universidade de Burgos, na Espanha, revelou que os CEOs com personalidades negativas costumam assumir menos riscos em nome do crescimento e da lucratividade das empresas.

A pesquisa, que avaliou características demográficas e de personalidade, foi baseada em um questionário enviado a todos os diretores de 70 bancos de investimento e 46 bancos de poupança espanhóis, em 2004, informa o site Exame.com.

De acordo com o estudo, a maturidade do profissional não causou muito impacto nas escolhas de situações de risco e concluiu que o estado emocional do líder interfere em suas ações e na forma como encara o cotidiano na empresa.

Além disso, apontou que o nível de instrução exerce um papel fundamental na hora de agir de maneira mais impulsiva.

Segundo os pesquisadores, pessoas com traços negativos podem ser perfeitas para companhias que são contrárias a posturas ousadas.

Os executivos analisados serviram o setor por 25 anos e atuaram como CEOs por, pelo menos, dez anos.