A seca que afeta o Rio Grande do Sul está ameaçando além da agricultura. Com falta de água, os níveis das barragens em hidrelétricas e preocupante, e assombra o estado com a possibilidade de cortes no abastecimento.

“O sinal não é vermelho, mas está amarelo e piscando”, alertou o consultor especializado em energia Paulo Milano em entrevista ao jornal Zero Hora dessa quinta-feira, 05.

Reservatórios como o de Machadinho iniciaram o ano em um terço da capacidade, e com a metade de água do registrado no mesmo período de 2011.

De acordo com o jornal gaúcho, outros sete reservatórios se encontram em situação perigosa, com um terço da média registrado. São eles Ernestina, Jacuí, Itaúba, Dona Francisca, Monte Claro, Castro Alves e 14 de Julho.

Enquanto no Brasil o quadro é de segurança no fornecimento pelo menos nos próximos três anos, a situação no Rio Grande do Sul é inversa, avaliou Milano a Zero Hora.

Ou seja, até 2014, os gaúchos deverão estar atentos ao consumo para evitar apagões.

Além disso, dados da CEEE, maior companhia de abastecimento do Rio Grande do Sul, o nível de investimento na área nos últimos anos não foi suficiente para garantir o suprimento da demanda. Hoje, 80% do consumo energético gaúcho vem da rede nacional.

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