JP Morgan: Brasil é 1º da AL para investidores

04/10/2011 13:28

O Brasil é o país mais promissor para investimentos em ações da América Latina, segundo um estudo do banco JP Morgan.

Para a pesquisa, foram ouvidos 40 investidores norte-americanos e europeus que administram US$ 57,3 bilhões em papéis de empresas da região.

De cada dez entrevistados, sete indicam o Brasil como o país que vai oferecer as melhores oportunidades de negócios por, pelo menos, os próximos três anos.

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O Brasil é o país mais promissor para investimentos em ações da América Latina, segundo um estudo do banco JP Morgan.

Para a pesquisa, foram ouvidos 40 investidores norte-americanos e europeus que administram US$ 57,3 bilhões em papéis de empresas da região.

De cada dez entrevistados, sete indicam o Brasil como o país que vai oferecer as melhores oportunidades de negócios por, pelo menos, os próximos três anos.

O país lidera, ainda, dois outros quesitos da pesquisa: melhores práticas de relações com investidores e de governança corporativa.

Os motivos mais indicados pelos executivos ouvidos para justificar sua preferência pelo Brasil são a expansão do poder aquisitivo da classe média no país e o aumento do “peso” da economia brasileira no âmbito global.

Em segundo lugar no estudo do JP Morgan vem a Colômbia, com 38% de favoritismo entre os investidores.
Chile e México dividem a terceira colocação, com índice de 25% cada um.

Nem tudo são rosas...
Entretanto, segundo Ivan Peill, VP de Relações com Investidores do JP Morgan, as respostas não são tão boas quanto ao Brasil quando se trata de empresas fora do Novo Mercado da Bovespa.

“Quando perguntamos sobre as piores práticas de governança, o Brasil também foi o mais mencionado pelos investidores, em relação às empresas fora do Novo Mercado”, afirma Peill. “Segundo os ouvidos, estas companhias não protegem adequadamente os acionistas minoritários”, comenta.

As entrevistas para o levantamento do banco norte-americano foram feitas ao longo de junho e julho deste ano.

O Novo Mercado
Implantado em dezembro de 2000, o chamado Novo Mercado é um segmento especial de listagem desenvolvido pela bolsa brasileira com foco em regras de governança corporativa adicionais às já contidas na legislação para o setor.

As normas tangem à prestação de informações para fiscalização da administração e dos controladores das companhias e adoção de regras societárias que equilibrem os direitos de todos os acionistas, independentemente da condição de controlador ou investidor.

O Novo Mercado não impõe restrições quanto ao porte ou setor de atuação das empresas: qualquer companhia que implemente as boas práticas de governança corporativa fixadas no regulamento da listagem, constante no site da Bovespa, pode negociar ações negociadas nesta modalidade.

Entretanto, são consideradas empresas alvo aquelas que iniciem na abertura de capital, ou as já listadas na Bolsa e que tenham apenas ações ordinárias ou que possam, no caso de existência de ações preferenciais, convertê-las em papéis ordinários.

Para garantir o pressuposto equilíbrio de direitos entre os acionistas, o Novo Mercado prevê também que as empresas deem a todos o direito de voto.

Em caso de venda do controle acionário, o comprador estenderá a oferta de compra a todos os demais acionistas, assegurando-se o mesmo tratamento dado ao controlador vendedor.

Já em caso de fechamento de capital ou cancelamento do contrato do Novo Mercado, o controlador ou a companhia, conforme o caso, fará uma oferta pública de aquisição das ações em circulação, tendo por base, no mínimo, o valor econômico da empresa, determinado por organização especializada.

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60% dos investidores estão fora do perfil de risco

De cada três investidores brasileiros, dois têm uma carteira incompatível com seu perfil de risco.

A constatação faz parte de levantamento realizado pelo Itaú Unibanco com 300 mil clientes entrevistados em 2010.

Segundo o estudo, 31% dos clientes da instituição assumiram um risco maior que o indicado como limite recomendável na Análise do Perfil do Investidor (API).

Outros 30% fizeram o contrário: foram mais cautelosos do que deveriam ser.

TI do Sul na mira de investidores no Rio Info

Três empresas vão representar o Sul no Salão da Inovação, projeto do Sebrae que reúne 13 companhias convidadas em atividades de aproximação com investidores durante a 9ª Rio Info, que ocorre da terça-feira, 27, à quinta, 29, no Rio de Janeiro.

Do Rio Grande do Sul, vai a Neteye, que tem sede em São Leopoldo e leva para o evento o software homônimo para controle de dados.

No ar o Tapix, rede social para investidores

Acaba de iniciar operações o Tapix, rede social voltada a investidores.

A plataforma de microblog, focada na troca de informações e contato entre pessoas interessadas em investir no mercado financeiro, agrega recursos como análises gráficas, redes neurais e outras ferramentas para previsão de tendências de ativos.

Investidores encontram startups

Truetech, CashMonitor, Escolher Seguro, B2Learn, Crowdtest, We Do Logos, Neoassist, ebaH!, Vitesoft e Camiseteria participaram nessa semana do I Painel Endeavor de Internet, encontro em que empresas apresentaram seus negócios para investidores e empreendedores experientes da área.

Entre os investidores estavam Eduardo Pontes e Ted Rogers, da ArpexCapital, Francisco Jardim, do Criatec, e os anjos Cassio Spina e Aníbal Messa.

PR: Positivo, ALL e outras buscam investidores

ALL, Bematech, Paraná Banco e Positivo Informática serão as estrelas do 4º Sul em Ações, evento para empresas de capital aberto que ocorre na quinta-feira, 25, em Curitiba.

Juntas, as empresas somaram, entre janeiro e setembro de 2010, lucro líquido acumulado superior a R$ 400 milhões, reunindo quase 20 mil investidores pessoa física.

Copel mira TIC e busca investidores em NY

Executivos da Copel (Companhia Paranaense de Energia) se reuniram na segunda-feira, 23, com investidores da Bolsa de Valores de Nova York. A meta foi chamar a atenção de interessados em participar dos projetos de ampliação dos negócios da empresa para fora do estado, muitos deles focados em tecnologia.

Valor Econômico lança portal para investidores
O Valor Econômico, jornal focado em finanças e negócios, em parceria com a RIWeb, especializada em serviços online para relações com investidores, acaba de lançar um novo canal de RI em seu portal na internet.
Google e Apple estreiam na bolsa brasileira

Das 10 empresas estrangeiras que estreiam nesta terça-feira, 05, no mercado de capitais brasileiro, duas são gigantes do mundo da informática. Apple e Google terão ativos oferecidos por meio de certificados Brazilian Depositary Receipt (BDRs), que equivalem a papéis das empresas em seus países de origem.

Na prática, o investidor não compra exatamente ações, mas sim certificados de ações de empresas listadas em bolsas fora do País.

Peru, Chile e Colômbia unem bolsas

As bolsas de valores do Peru, Chile e Colômbia começam a operar de forma conjunta a partir de 22 de novembro.

Segundo levantamento da Economática, a nova bolsa integrada será  a segunda maior da América Latina em valor de mercado, com US$ 594,8 bilhões, conforme dados desta terça-feira, 28.

A cifra supera a da bolsa mexicana, que possui valor de US$ 437 bilhões e fica só atrás do Brasil, com US$ 1,3 trilhão.

Aod Cunha vai para o JP Morgan

O ex-secretário da Fazenda Aod Cunha vai assumir a posição de diretor da área de Corporate Banking do JP Morgan em São Paulo.

A informação é da colunista de política de Zero Hora, Rosane de Oliveira.

Cunha exerceu por cinco meses a função de CEO do Internacional, até sair do clube, em maio.

JP Morgan quer comprar 10% do Twitter

O banco norte-americano JP Morgan quer comprar 10% do Twitter, informa o Financial Times nessa segunda-feira, 28.

Segundo a publicação, o fundo Digital Growth Fund negocia participação por US$ 450 milhões.

JP Morgan terá fundo para investir em web

Empresas de internet e mídias digitais deverão ter, em breve, uma nova fonte de investimentos nos Estados Unidos.

Segundo o jornal norte-americana Wall Street Journal (WSJ), o banco JP Morgan Chase planeja criar um fundo que levantaria entre US$ 500 milhões e US$ 750 milhões para aportes em grupos com atuação na web.

JP Morgan compra parte da RBS por tabela

O banco norte-americano JP Morgan Chase adquiriu 55% da Gávea Investimentos, gestora de recursos da qual faz parte o economista Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central.

A informação foi divulgada pela Veja.com na segunda-feira, 25. De acordo com a publicação, o anúncio oficial será feito em Nova Iorque na terça, 26.

A operação afeta por tabela o Grupo RBS, no qual o Gávea comprou uma participação de 12,6428% em 2008.