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Os “hacks” para usos alternativos do Kinect têm sido vistos com bons olhos pela Microsoft.

Segundo o site Computerworld, um diretor da empresa declarou à BBC que a empresa somente consideraria pirataria se hackers tivessem criado um dispositivo semelhante ao Kinect a partir de sua tecnologia.

Em se tratando de novos usos de um aparelho da MS, as mudanças pelos consumidores ajudariam a consolidar o aparelho.

Já no dia do lançamento, o Kinect foi hackeado na Espanha, onde o programador de Linux, Hector Martín, escreveu um driver de código aberto para usar o sistema em um PC, “abrindo a conexão USB que não se encontra protegida”, explicou o executivo.

Segundo Dana Blankenhorn, analista da ZNet, os advogados da Microsoft reconheceram que não há uma causa legal contra Martín, que não realizou mudanças no hardware do Kinect. Além disso, a companhia tem se dado conta que o driver poderia funcionar como uma mina de ouro.