Paulo Bernardo reuniu-se com VP da Apple em Brasília

O clamor por tablets mais baratos no Brasil  – que inclui no coro a própria Presidente da República – chegou aos ouvidos da Apple. Só não soou como a empresa gostaria.

Segundo o site Convergência Digital, a vice-presidente da companhia, Catherine Noveli, esteve em Brasília nessa semana reunida com os ministros de Desenvolvimento e Comunicações.

O motivo dos encontros: saber mais sobre a prática da baixa de preços.

Catherine, explica o Convergência, foi assegurada de que as medidas estão sendo preparas e devem ser anunciadas em breve pelo governo. Mas:

“Ressaltamos que a intenção do governo é incentivar a produção aqui”, ressaltou o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo.

Missão: reduzir
Desde que assumiu a pasta, Bernardo foi incumbido pela presidente Dilma Rousseff de promover a queda nos preços dos tablets. A meta da chefe do Executivo nacional é chegar a preços entre R$ 400 e R$ 500 para os aparelhos que, hoje, não saem por menos de R$ 1,5 mil.

O caminho seria a desoneração tributária, louvada pelo setor nacional e ambicionada, mas não aplicável, ainda, aos fabricantes de fora do país.

Segundo o Convergência, a Apple é alvo de críticas por operadoras de telefonia por não tratar o Brasil como mercado prioritário, o que acaba resultando em lotes reduzidos de aparelhos como o iPhone e numa “falta de intenção” na fabricação local de terminais.

The local madness
Parte da recusa da Apple em ser mais atuante no Brasil pode estar, justamente, na questão tributária. Em março de 2009, ao ser convidado a abrir uma Apple Store no Rio de Janeiro, Steve Jobs replicou que a carga de impostos “maluca” sobre os eletrônicos afastava qualquer um.

Hoje, a Apple trabalha com representantes, como a iPlace e outros varejistas, para vender seus produtos em solo brasileiro.

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