Método utiliza impulsos ultrasônicos. Foto: Divulgação

Um estudante turco chamado Deniz Karasahin criou a Osteoid, uma solução que alia a estabilização da fratura com um tratamento ultrasônico do osso quebrado.

A diferença não está somente na alternativa de substituir o gesso ou uma tala pelo material de uma impressora 3D. O estudante conseguiu unificar o tratamento alternativo com a estabilização do membro fraturado. Anteriormente, só era possível utilizar o tratamento ultrasônico se o membro não fosse engessado.

A técnica foi apresentada como protótipo em uma premiação de design. O tratamento é mundialmente utilizada para lidar com fraturas recentes (com dias ou poucas semanas de existência). Ela utiliza impulsos ultrasônicos para fazer com que o osso fraturado se regenere com mais rapidez, sem necessitar de cirurgia.

Atualmente, o equipamento para aplicação dessa técnica consiste em uma unidade eletrônica com um transdutor de ultra-som, uma correia para posicionamento do transdutor na região fraturada e gel para acoplamento do transdutor com a pele.

No momento, o Osteoid é apenas um protótipo em desenvolvimento, mas, no futuro essa será uma opção acessível aos médicos.

Karasahun afirma que são necessárias 20 minutos por dia em sessões diárias, reduzindo entre 38% a 80% do tempo de tratamento. A única desvantagem é que os amigos não terão onde assinar quando você quebrar o braço.

A aplicação das impressoras 3D no ramo da medicina é promissora. Em geral, segundo dados do Gartner, o mercado global de impressão 3D deve faturar US$ 412 milhões em 2013. Para 2014, deve subir para US$ 669 milhões, um aumento de 62%.