Gigante do agronegócio automatiza NF-e e amplia controle. Foto: divulgação.

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A Kepler Weber, fabricante de equipamentos para armazenagem de grãos com fábricas no Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul e receita de R$ 97,7 milhões no 1T12, adotou a solução de recepção de NF-e da catarinense NeoGrid.

A solução foi apresentada pela Totvs, fornecedora do ERP da empresa gaúcha do agronegócio, por ter integração garantida ao sistema de gestão.

SEM AS MÃOS
Conforme o supervisor de TI da Kepler Weber, Romeu Kettermann, a nova ferramenta automatiza a recepção e armazenamento dos arquivos XML, faz sua validação na Sefaz e importa os dados para a base do ERP.

“Tudo isso com pouca ou nenhuma interação manual do recebedor”, afirma o executivo. “Ganhamos em controle e agilidade. Hoje sabemos com antecedência a chegada das mercadorias”, completa.

O software da NeoGrid é usado por clientes de diversos segmentos, como refinarias e distribuidores de petróleo, fabricantes de cigarros, alimentos e bebidas, Telecom, varejistas, operadores logísticos e montadoras de veículos, entre outros.

Ao todo, são mais de 1 mil empresas em produção com a NF-e da companhia em todos os estados brasileiros.

Sediada em Joinville, a NeoGrid tem presença em 34 países dos cinco continentes.

A empresa é especializada em soluções de Supply & Demand Chain e não divulga dados de faturamento, apenas que acumula crescimento de 160% nos últimos quatro anos.

A carteira geral de clientes passa das 200 mil companhias, incluindo 10 das 10 maiores redes varejistas do mundo.

Já a Kepler Weeber atua em equipamentos para a pós-colheita da cadeia produtiva de grãos.

O portfólio conta com silos metálicos, transportadores horizontais e verticais, secadores e máquinas de limpeza.

A MAIOR
A empresa afirma ser a maior brasileira do setor de armazenagem, beneficiamento e movimentação de grãos e que mais de 90 milhões das cerca de 145 milhões de toneladas de grãos que o Brasil produz por ano passam por soluções suas.

PREJUÍZO REVERTIDO
A receita líquida de R$ 97,7 milhões da indústria gaúcha no primeiro trimestre deste ano representou aumento de 60,9% sobre os R$ 60,7 milhões do mesmo período de 2011.

Já o lucro líquido do trimestre foi de R$ 3,4 milhões, frente prejuízo de R$ 3,2 milhões nos três primeiros meses do ano passado.