Gastão Mattos, CEO da Braspag. Foto: Divulgação.

A Braspag, empresa do grupo Cielo, acaba de fechar um acordo que permite a conexão direta para processamento de cartões de crédito no Paraguai. 

O aumento do volume de transações e da demanda de clientes brasileiros fez com a que a empresa investisse em soluções que possibilitassem a operação direta nas adquirentes paraguaias.

O país é o quinto na América Latina a contar com a integração local da tecnologia de pagamentos. A empresa também atua na Argentina, Brasil, Colômbia e Chile.

Segundo a empresa, além de reduzir os custos das transações, a atuação com adquirente local permite o suporte direto e maior velocidade nas operações de vendas.

"Com este método, qualquer empresa que tenha entidade paraguaia, independentemente da sua nacionalidade, poderá processar suas transações online diretamente conosco. Além de otimizar todo o processo de meios de pagamento, é um grande passo para o crescimento do e-commerce no Brasil e na América Latina", afirma Gastão Mattos, CEO da Braspag.

A conexão utiliza a plataforma Pagador da Braspag, que unifica todos os meios de pagamento oferecidos pela Braspag. Desta forma, os lojistas já integrados ao Pagador não necessitam empenho técnico adicional e novos lojistas tem a opção disponível em uma tecnologia unificada. 

Além dos países citados da América Latina, a Braspag já possui esse modelo para lojistas que possuem operação no Canadá, Estados Unidos ou México, além de operações de e-commerce globais por meio de parcerias internacionais. 

A Braspag é focada no desenvolvimento de soluções para processamento de pagamentos (gateway de pagamentos), conciliação, antifraude, tokenização e checkout. A companhia foi adquirida pelo grupo Cielo em 2011.

O Paraguai passa por uma ascensão econômica nos últimos anos. A economia do país avançou 14,3% em 2013 e 4,38% em 2014. Para 2015, o FMI aponta avanço de 4%, mesmo indíce previsto para 2016. Enquanto isso, o PIB brasileiro, em contrapartida, está em queda de quase 4% em 2015, com previsão de recuar 1% em 2016.