Viviane Ricci.

Viviane Ricci, ex-vice-presidente de negócios para governo da CTIS, acaba de ser promovida para o cargo de vice-presidente comercial da Sonda.

Agora, as atribuições da executiva passam a incluir toda a área de vendas, incluindo aí o mercado privado e de governo, além da regional São Paulo.

A executiva agora passa a comandar uma estrutura com mais de 70 profissionais, que cobre todos os estados brasileiros. 

Ricci veio da CTIS, uma integradora de tecnologia com grande penetração no setor público comprada pela Sonda por R$ 485 milhões em 2014.

Na época, Ricci era a CEO da CTIS, onde entrou como gerente de projetos em 1996 e fez carreira, tirando apenas um período curto como gerente de projetos da Unisys, entre 2002 e 2004.

“O mercado de serviços de TI avançou muito nos últimos anos com a disseminação de novas tecnologias como RPA, analytics, IoT e cloud. A meta é crescer nesses serviços e defender nossa posição em segmentos mais tradicionais como outsourcing de impressão, serviços end-user e de desenvolvimento de software”, explica Ricci.

A Sonda é a maior empresa latino-americana de soluções e serviços de tecnologia, com receita de US$ 1,131 bilhão em 2019 e 17 mil funcionários. A companhia tem presença direta na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, México, Panamá, Peru e Uruguai.

No Brasil, a Sonda mantém escritórios próprios nos 26 estados brasileiros, com mais de 8 mil colaboradores e 700 clientes. A empresa conta com 7 Centros de Serviços, 1 Centro de Inovação e 3 Data Centers.

A Sonda fechou o ano passado com um faturamento de US$ 329,1 milhões no Brasil, o que representa uma alta de 5,2% frente aos resultados de 2018.

O crescimento é para o negócio na Sonda no país em dólares, moeda na qual a multinacional chilena divulga resultados para facilitar a comparação entre os 10 países nos quais atua. Em reais, o crescimento teria sido de 11,9%.

Em nível global, a Sonda fechou o ano passado com uma receita consolidada de US$ 1,131 bilhão, uma queda de 1,82% frente aos resultados de 2018. O resultado é melhor do que o obtido em 2018, quando a receita caiu 15%.

Se medida em pesos chilenos, a empresa teve um aumento de receita de 5,8%.