Plataforma oferecer cursos em HTML. Foto: flickr.com/photos/riebart

A plataforma online que ensina programação, Codeacademy lançou nessa quinta-feira, 22 sua versão em português.

Por lá, a maioria dos passos estão disponíveis no idioma português, incluindo instruções, exercícios e explicações.  Apenas os alertas de compartilhamentos seguem aparecendo em inglês, além dos códigos, que precisam seguir o idioma. A informação é do Olhar Digital.

O trabalho de tradução foi feito em parceria com a Fundação Lemann, organização sem fins lucrativos com foco em aprendizado e inovação. O site também está disponível em francês e espanhol.

A Codecademy é uma plataforma que ensina padrões básicos de programação e as principais linguagens, como HTML, CSS e JavaScript através de um método interativo e divertido, adotando conceitos da chamada 'gamificação' como a distribuição de badges ao final de cada lição e outras estratégias de engajamento.

Há cursos de HTML e CSS, jQuery, JavaScript, PHP, Python e Ruby, todos em português. Também há projetos no mínimo interessantes, como criar sua própria galáxia usando HTML e CSS, e tutoriais para aprender a acessar informações usando as APIs do Twitter, YouTube, SkyDrive, entre outros serviços (no entanto, eles ainda estão em inglês).

Uma outra opção de e-learning é o Code.org no qual os participantes são introduzidos a conceitos básicos de programação por meio de blocos que simulam comandos por meio de um site. A iniciativa conta com depoimentos do presidente Barack Obama e de bilionários do setor de tecnologia como Bill Gates e Mark Zuckerberg, que se dispuseram inclusive a explicar comandos básicos em vídeos de divulgação.

Em uma versão brasileira, está o Ano do Código, liderada pela Locaweb, também apoiam a iniciativa o Grupo de Usuários Java, o centros de treinamento Alura, a consultoria  Code Miner, a editora de livros Casa do Código e a Globo.com.

Tais iniciativas tem uma missão em comum: tornar programação um interesse de massa por aqui. Afinal, estimativas apontam que há 200 mil vagas não preenchidas no Brasil por falta de profissionais.