Alistair Corbie, CEO da IFS.

A IFS, empresa sueca de soluções de gestão empresarial, fechou o ano passado com vendas de 3,6 bilhões de coroas suecas, ou US$ 426 milhões, uma alta de 8% frente aos resultados do ano anterior.

O crescimento foi um pouco mais acelerado do que o visto em 2015, quando a empresa aumentou o faturamento em 5%. As vendas de licenças aumentaram 15%.

Em setembro do ano passado, a companhia teve 100% do seu capital adquirido pelo fundo EQT, que já tinha uma participação na empresa. 

Com o movimento, a IFS saiu da bolsa de valores de Estocolmo e já não publica balanços completos, incluindo informações como lucro e EBITDA.

A companhia revelou que um terço dos novos negócios foram usando a plataforma de nuvem, resultado de uma parceria com a Microsoft.

Depois do investimento da EQT, a comprou a Mxi, uma companhia canadense especializada em soluções de manutenção inteligente e integrada para a indústria de aviação. 

O carro chefe da Mxi é o Maintenix, usado para gerir 11 mil assets de aviação, totalizando 20% da frota comercial e de defesa mundial.

Aviação é um dos setores nos quais a IFS é mais forte, junto com energia, óleo e gás e manufatura complexa nas quais as empresas lidam com ativos que precisam ser gerenciados por longos períodos de tempo.

É aí que faz diferença a oferta dos seus sistemas de gestão somados a linhas de software de gerenciamento de ativos (EAM) e gestão de serviços (ESM), que permitem a esse tipo de clientes administrar seus negócios de maneira diferente do que fariam com base nas soluções de gestão da concorrência.