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A Droga Raia, rede de drogarias com 280 lojas espalhadas por São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul e Minas Gerais, adotou o sistema Big-IP, da F5 Networks, para reduzir seus custos com comunicação.

“Enquanto outros custos de TI e telecom têm baixado ano após ano, nossa conta com serviços de conexão continua alta – somente entre 2007 e 2008, este valor subiu mais de 4%”, comenta Giovani Profili, diretor de TI da Droga Raia. “Graças ao Big-IP, conseguimos chegar ao índice de 40% de compressão de dados, o que nos propiciou, em 2009, economia de R$ 700 mil em telecomunicações”, completa.

Segundo ele, um resultado como este duplica a vida útil da banda contratada pela empresa, que conta com cinco mil funcionários, atendendo a mais de três milhões de clientes.

Para Profili, o Big-IP tornou a velocidade de resposta dos sistemas estratégicos da companhia 2/3 mais rápida.

A rede de drogarias adquiriu dois equipamentos equipados com a solução da F5, que foram instalados entre os nove servidores corporativos da Droga Raia e os roteadores que ligam o centro administrativo da empresa, em São Paulo, às 280 lojas da rede.

O Big-IP atua, na prática, como um switch inteligente: todas as consultas às aplicações e bases de dados realizadas tanto por funcionários nas lojas como pela equipe de retaguarda, pessoas que trabalham no centro de distribuição ou gestores, são checadas pelo sistema.

“Com isso, aumentamos a disponibilidade das aplicações”, explica Profili. “Isso acontece porque o Big-IP distribui as cargas entre os vários servidores de forma automática. Quando um serviço é solicitado, o sistema identifica qual servidor está mais livre e encaminha a consulta para esta máquina, o que evita sobrecarga e gargalos”, complementa.

Para as lojas, os ganhos também são evidentes, segundo o diretor de TI.

“Tanto os acessos a partir dos mais de 1 mil PDVs como as solicitações de serviços enviadas pelos mais de 900 terminais de consulta – onde nossos funcionários tiram dúvidas dos clientes sobre disponibilidade, medicamentos genéricos e preços – passam pelo Big-IP”, detalha Profili.

Além disso, o sistema da F5 atende à rede própria da empresa.

Segundo o diretor de TI da rede, as lojas, o centro de distribuição e o centro administrativo – ambos instalados em São Paulo - não estão interligados por meio da Internet, mas por uma rede própria, baseada em canais MPLS.

Nesse ambiente, trafegam pacotes HTTP encapsulados em pacotes IP.

“O Big-IP enxerga todos os pacotes como se fossem IP mas, na verdade, o que está sendo encaminhado são extensões HTTP”, diz Profili. “É uma computação em nuvem que não está em nuvem”, brinca.

Hoje, as aplicações da rede de drogarias podem ser divididas em três grupos: sistemas voltados à qualidade de atendimento na loja, aplicações de apoio à decisão dos gestores (BI, data mining e CRM, entre outros) e sistemas de controle administrativo.

“Todas as aplicações são importantes, mas, a partir da nossa lógica de negócios, priorizamos, por meio do Big-IP, alguns tempos de resposta”, diz Profili. “Hoje, 50% dos serviços são dedicados às aplicações que atendem o consumidor final; 40% servem aos sistemas de apoio ao atendimento e, finalmente, 10% estão focados nas aplicações de controle administrativo”, finaliza ele.

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