Caedu adota soluções da Cisco. Foto: divulgação.

A Caedu, rede varejista especializada em vestuário e acessórios, atualizou sua infraestrutura de rede com Wi-Fi da Cisco. O objetivo foi de suportar novos sistemas de automação e mobilidade em processos administrativos em suas 48 lojas no estado de São Paulo.

Com o projeto, a empresa instalou Access Points Cisco em suas lojas, centros de distribuição e escritórios. Com a implementação, cujo valor não foi aberto, a empresa buscou maior eficiência e agilidade em sua gestão, além de garantir segurança e estabilidade à rede.

Ao todo foram instalados 170 Access Points Cisco nas 48 lojas da Caedu, nos dois centros de distribuição localizados em Embu, na Grande São Paulo, e em Araguari, no interior do Estado, e também nos dois escritórios da rede varejista.

A Tripletech, parceira Cisco foi responsável pela implantação do projeto e, de acordo com o diretor comercial da empresa, Marcelo Oliva, o diferencial da solução Cisco ficou ainda mais evidente no centro de distribuição em Embu, onde a operação demanda mais robustez do que nas lojas.

“São mais de 50 coletores e 20 antenas, contra uma média de três coletores e três antenas por loja. A demanda de acesso no centro de distribuição é ainda mais intensa e, se a infraestrutura não for estável nada funciona”, relata o executivo.

O investimento na ampliação de sua rede tem a ver com ampliação dos negócios da Caedu na capital e no interior paulista nos últimos anos. Segundo destaca a empresa em nota, a rede varejista se viu obrigada a renovar sua infraestrutura de TI, que não acompanhava a velocidade de seu crescimento.

"Novos sistemas de gestão empresarial e de armazéns acabaram impossibilitados de operar pois a rede Wi-Fi até então utilizada não atendia a pré-requisitos funcionais e de segurança", afirmou a empresa no comunicado.

De acordo com Denis Diniz, gerente de TI e Infraestrutura da Caedu, o grande objetivo do projeto foi dar mobilidade às aplicações e agilidade aos negócios da empresa.

“Calculamos um ganho de 80% em eficiência operacional. E as mudanças nos permitiriam alocar os colaboradores em outras atividades”, afirma o executivo.