Paulo Garcia.

As gaúchas UniRitter e Fadergs e a carioca IBMR estão de mudança para o data center da GVT em São Paulo, como parte de uma série de novidades visando consolidar a TI das três instituições de ensino superior, integrantes da rede Laureate Brasil.

Os 40 servidores físicos e os 120 virtuais atualmente instalados na UniRitter permanecerão como redundância. As três universidades dividem recursos de infraestrutura e sistemas dentro de uma lógica de centro de serviços compartilhados para a área de TI.

Nos últimos anos, as instituições unificaram seus sistemas, hoje centralizados sob o comando de Paulo Garcia, profissional que já trabalhava na UniRitter e hoje atua como CIO nas três organizações.

“Nós desenvolvemos um framework para fazer a unificação dos sistemas, padronização de infraestrutura e processos de TI, tendo em conta as particularidades do setor de ensino”, explica Garcia, citando como um dos exemplos as janelas de tempo proporcionadas entre matrículas e fechamento de semestre, períodos de maior demanda.

O objetivo da rede Laureate Brasil é criar sinergia entre as diferentes operações das 11 instituições de ensino sob seu chapéu. 

Uma movimentação nesse sentido foi o fechamento de um contrato global com a Microsoft para implementar o Office 365 nas instituições, o que já foi feito na UniRitter e Fadergs para 1,2 mil contas.

Outra, em termos de organograma, foi a nomeação de Fatima Primati, ex-CIO da Universidade Anhembi Morumbi, uma das maiores universidades da Laureate no Brasil, para assumir o cargo de CIO para toda a rede no país. 

A rede Laureate Brasil reúne cerca de 182 mil estudantes. A América Latina representa mais de 75% dos negócios da companhia no mundo. 

A Laureate International Universities é formada por mais de 75 instituições, que oferecem cursos presenciais e on-line para 850 mil estudantes.