Sala reúne diferentes indicadores em um só local.

A Monsanto do Brasil lançou o Logistics Smart Center, um centro logístico que monitora indicadores e informações operacionais e permite a visualização, em tempo real, das operações da transportadora até o cliente.

O monitoramento inclui todas as etapas desse processo, do armazenamento do produto ao deslocamento da carga da gigante de sementes e defensivos agrícolas.

Com o novo centro, os profissionais recebem alertas que antecipam situações críticas para agir com antecedência e minimizar possíveis impactos na operação.

A empresa iniciou o trabalho de criação do Logistics Smart Center em dezembro do ano passado e inaugurou a sala, localizada na unidade de São Paulo, em março de 2018. 

O centro é composto por dez monitores touchscreen pelos quais a equipe de supply chain da Monsanto acompanha as operações e utiliza ferramentas estatísticas e analíticas, algoritmos e machine learning de forma integrada para monitorar todas as etapas. 

As telas contam com informações de diversos softwares utilizados na empresa, como Brasil Risk (para acompanhamento de frota), Tibco Spotfire (visualização de dados e analytics), ERP SAP ECC, CRM da Salesforce e sistemas de monitoramento de temperatura e umidade dos armazéns.

"Os sistemas já eram utilizados pela empresa mas, a partir da criação do Smart Center, a equipe passou a consumir as informações geradas de maneira mais ágil e aprofundada", relata Rogério Lenza, líder de TI para a área de supply chain da Monsanto na América do Sul.

A empresa trabalha desde 2014 na transformação da área de Logística e Customer Care. 

Com pilares divididos em Pessoas, Processos e Sistemas, a área definiu nos últimos anos uma nova malha logística e a implantação de novos sistemas para otimizar rotas e prever situações críticas para o negócio.

Com as novas mudanças do Logistics Smart Center, a equipe passou a contar com monitoramento de cargas e dos centros de distribuição em tempo real; monitoramento por câmeras, temperatura e umidade dos centros de distribuição; gestão de estoque e financeira; e a extração e tratamento de dados.

"Essas mudanças já contabilizam expressivos resultados no período pós implementação, como a elevação de 20% no nível de entregas no tempo correto por meio da ferramenta de machine learning, com mais de 600 atrasos de entregas evitados em 3 meses", diz Carlos Ricardo Andrade, líder da área de Customer Care da Monsanto para América do Sul.

Além da sede, localizada em São Paulo, o projeto também foi replicado na unidade de São José dos Campos, com uma sala menor. 

Além disso, há acesso remoto à plataforma em outras 14 localidades, entre elas: Camaçari (BA), Campo Verde (MT), Paracatu (MG), Itaí (SP), Santa Helena de Goiás (GO) e Uberlândia (MG).