Tamanho da fonte: -A+A

A InfoServer, empresa paulista de desenvolvimento, integração, mobilidade e infraestrutura de TI está entre as primeiras companhias brasileiras a fazer negócios com o Intel Identity Protection Technology (IPT).

Os dois primeiros clientes são a Kaptiva, empresa de educação corporativa com foco no ensino a distância sediada em São Paulo e o Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel), de Santa Rita do Sapucaí, em Minas Gerais.

“Nos cursos de ensino à distância, a necessidade de buscar o maior nível de segurança na autenticação é real, pois nossos clientes corporativos transmitem de forma remota muitas informações críticas ao seu negócio durante o treinamento”, explica o diretor geral da Kaptiva, Irandy Marcos da Cruz.

O IPT funciona como um token de segurança embutido nos processadores da segunda geração da família Intel Core e os de terceira geração da família Intel Core vPro e para ultrabooks.

Só na segunda geração da família Core, são estimados em mais de 130 milhões de pessoas em todo o mundo, cerca de 70 milhões na América Latina e aproximadamente 6 milhões no Brasil.

Quando o usuário acessa um site que esteja usando a tecnologia, o número de seis dígitos do token aparece na tela para ser digitada como um segundo nível de autenticação. A senha é renovada a cada 30 segundos.

Como o sistema está no processador, ele é imune a ameaças focadas no nível do sistema operacional. Além da InforServer, que tem um investimento não revelado da Intel Capital, também está trabalhando com a novidade a BRToken, que é especialista em soluções de segurança baseados em tokens.

“Nossa meta é popularizar o IPT nos próximos dois anos", afirma o diretor de tecnologia e produto da empresa, Abel Filho, sem abrir metas.

Sediada em Alphaville, Osasco e Curitiba, a empresa também tem escritórios em Portugal e no México e atua também em mercados como Europa e América Latina.

* Maurício Renner cobre o Intel Developers Fórum em São Paulo a convite da Intel