A CBA Automotiva conta com uma plataforma de segurança baseada em firewalls da Cyberoam. Foto: Divulgação.

A distribuidora brasileira de autopeças CBA Automotiva, por meio da integradora paulista WTSNET, contratou serviço de gestão da segurança com investimento mensal de R$ 500 por appliance e serviço de suporte mensais por unidade da organização. Com isso, passou a contar com uma plataforma de segurança baseada em firewalls da nova geração da fabricante indiana Cyberoam.

Além da sede em Santo André, a CBA possui filiais nas cidades de Sertãozinho, Rio de Janeiro, Cidade da Serra, Belo Horizonte, Goiânia, Tijucas e Porto Alegre. 

Com ambiente bastante distribuído, a companhia contava anteriormente apenas com um sistema de segurança baseada em ambiente Linux instalado na matriz e em uma das filiais – as demais unidades não eram suportadas por essa plataforma de segurança. 

Com isso, o ambiente estava vulnerável e, no caso de falhas em algum dos links de internet, era necessário restabelecer o sistema manualmente – o que consumia tempo e paralisava a comunicação e operação da empresa por longo período.

Com esse cenário, a CBA Automotiva contratou o serviço de gestão da segurança da WTSNET, que por sua vez, implantou na matriz e nas filiais uma solução integrada de segurança de perímetro de nova geração (Next Generation Firewall), sendo o modelo CR 50iNG em Santo André (Matriz) e a versão CR 15iNG  nas filiais.

“Como o firewall possui recursos de failover, em caso de falhas em algum link de comunicação, o sistema detecta o problema e outro equipamento assume a operação de forma automática, além disso, essa plataforma promove o balanceamento de carga e permite a criação de grupos para políticas de segurança diferenciadas, de acordo com o perfil de cada grupo”, relata Josué Moraes da Silva, gerente de Tecnologia da Informação da CBA Automotiva.

Segundo ele, antes, com a tecnologia baseada em Linux, a empresa tinha o custo de R$ 900 por mês. 

“Hoje, estamos investindo mais, porém o valor agregado que a plataforma traz, impedindo as paralisações da companhia e tendo visibilidade sobre todas as redes, torna a empresa mais segura”, aponta o gerente de TI.

Além disso, a gerência estava sentindo necessidade de controlar o acesso dos funcionários à internet, preocupada com a produtividade dentro da empresa.