Wagner Kojo.

A Stefanini acaba de criar uma nova companhia focada nas áreas de marketing, a Proxxima Dive by Stefanini.

A consultoria é resultado de um acordo com o Grupo Meio & Mensagem, um dos mais importantes do país no segmento de marketing e comunicação.

A oferta da Stefanini nesse segmento é o Dive, uma abordagem imersiva realizada em cinco dias, na qual equipes da empresa e do cliente trabalham de maneira colaborativa e com metodologias de design thinking, design sprint e lean startup.

De acordo com Wagner Kojo, o Proxxima Dive by Stefanini foi desenvolvido por uma equipe multidisciplinar, formada por especialistas da Stefanini e profissionais estratégicos do cliente. 

“Não há mais tempo para esperar que grandes consultorias realizem diagnósticos e proponham soluções. Time-to-Market é essencial. Tiramos “ideias da gaveta”, transformando as incertezas em soluções digitais WOW, gerando encantamento e envolvimento emocional com a marca”,  promete Wagner Kojo, Head of Media & Communication da Stefanini.

Kojo é uma contratação recente da Stefanini, tendo ingressado na empresa ano passado.

Antes, foi gerente de vendas no Brasil da IDG Group, empresa por trás de sites e revistas como CIO, Computerworld, IDG Now!, PCWorld e MacWorld. O profissional também passou pela agência de propaganda McCann.

A movimentação da Stefanini visa colocar a posição de captar os investimentos de tecnologia que estão migrando para as áreas de marketing, como reconhece a empresa na divulgação do novo negócio.

Esse é um assunto que vem sendo tratado nos meios de TI de uns anos para cá, mas cujo verdadeiro tamanho ainda está por definir.

Segundo uma pesquisa do Gartner de 2015, em 2015, 35% do orçamento de TI foram gastos em ações definidas fora do departamento de TI. Na época, o Gartner disse também que até 2017 os CMOs, responsáveis pelo marketing das empresas, investiriam mais em TI do que os CIOs (será que isso aconteceu ou não?).

Uma pesquisa de 2014 realizada pela Deloitte a pedido da Salesforce ExactTarget apontou que 53% dos executivos de marketing sentem a pressão crescente para alavancar a receita da empresa ligada ao marketing digital, e, portanto, comprar ferramentas de TI.

Por outro lado, 32% dos CMOs admitem estar menos preparados para contratação de pessoal com conhecimento em dados e análises.