Vinicius Fontes, gerente executivo de inovação da Stefanini. Foto: Divulgação

A Novidá, startup que participa do programa OpenStartups da Stefanini, aposta em um aplicativo móvel que permite localizar o cliente dentro da loja, em tempo real, por meio de um sistema patenteado de localização indoor. A tecnologia utiliza sistemas de wi-fi e beacons de forma integrada.

Os planos da startup com a Stefanini englobam a integração da plataforma Novidá com os sistemas de ERP e POS do varejista, soluções de pagamentos móveis e programas de fidelidade e big data.

De acordo com Vinicius Fontes, gerente executivo de inovação da Stefanini, a tecnologia empregada é revolucionária para o varejo, pois permite atender o cliente de maneira customizada, com ofertas no momento em que ele está mais propenso a recebê-las, ou seja, quando está na loja, passando em frente ao produto de uma anunciante.

“A inteligência leva em conta o perfil, histórico de compras e também o setor da loja onde o cliente está naquele momento. Com isso, a Stefanini e a Novidá oferecerão ao consumidor uma ruptura em sua experiência de compras no varejo, mais intuitiva, interativa e facilitadora”, afirma Fontes.

Com funções como ofertas da loja, cupons de desconto, conteúdos tutoriais, listas de compras e a localização de produtos na loja, o aplicativo tem o objetivo de oferecer uma experiência de maior independência e acesso à informação do varejo virtual dentro do varejo físico.

“A localização indoor é um grande diferencial, pois um aplicativo simples não conseguiria gerar a interação que conseguimos com a solução. Temos um processo patenteado de atendimento e marketing por dispositivos móveis em ambientes fechados, que nos permite ofertar produtos ao cliente conforme sua proximidade”, diz Fábio Rodrigues, diretor executivo da Novidá.

O OpenStartups é um programa criado em 2014 pela Stefanini que tem como objetivo gerar negócios a partir da combinação da multinacional brasileira com empresas jovens.

A Stefanini fechou 2014 com um faturamento de R$ 2,35 bilhões, uma alta de 11% frente ao ano anterior, e prevê manter o mesmo ritmo em 2015. Assim, ficaram adiadas para “2017 ou 2018” as metas da companhia de chegar ao final de 2016 faturando R$ 4 bilhões, divulgadas no final de 2013.