Foto: flickr.com/photos/garylerude

Tamanho da fonte: -A+A

Apesar da liberação pela Anatel das vendas da TIM, Claro e Oi, as operadoras voltam a cobrar medidas que facilitem a expansão de suas redes no país.

Em nota, o Sinditelebrasil declara que são 250 leis municipais diferentes que dificultam e atrasam implantação de infraestrutura, especialmente das antenas de telefonia móvel, comprometendo a prestação dos serviços.

Segundo o sindicato, a retomada das vendas de chips de telefone celular e de modems de acesso à banda larga móvel beneficia a população brasileira.

Entretanto, diz o documento, não devem ser encerradas as discussões com os governos federal, municipal e estadual sobre a criação de condições e incentivos para compartilhamento de infraestrutura.

De acordo com o sindicato, a quarta geração da telefonia móvel (4G), que começará a operar no próximo ano e será demandada durante a Copa do Mundo de Futebol de 2014, exigirá pelo menos o dobro do número de antenas utilizadas hoje pela tecnologia 3G.

“E a instalação dessa infraestrutura também poderá enfrentar as mesmas dificuldades”, informa o SindiTelebrasil.

Em Porto Alegre, a legislação é um dos entraves para a expansão.

Um projeto de lei, que tramita desde o ano passado na Câmara Municipal de Vereadores, visa a flexibilizar as regras, mas seguia parado, até o final de junho, aguardando uma legislação federal.

Com as proibições de vendas pelo Procon de Porto Alegre, no mês de julho, o debate voltou à atenção do legislativo, que prometeu retomar as dicussões.