Funcionários da Gerdau colocam a mão na massa. Foto: Divulgação/Gerdau.

A Stefanini fez um roll out do sistema de gestão da SAP para o braço de distribuição da operação mexicana da Gerdau.

O projeto foi realizado entre os meses de março e agosto. Em outubro, a operação de distribuição passou a ser administrada pelo time de gerenciamento de aplicações (AMS, na sigla em inglês) da Stefanini, que já atende o resto da operação da Gerdau.

A empresa tem seis centros de distribuição no México. A Gerdau entrou no mercado mexicano em 2007, por meio da aquisição de um player local. 

“A partir da implementação da ferramenta SAP pela Stefanini, uniformizamos os processos de controle e gestão, trazendo todas as informações para a mesma base de dados, facilitando, assim, a busca de informações e a tomada de decisão”, afirma Ricardo Pereira Garcia, gerente de TI e Projetos da Gerdau.

Antes a equipe utilizava o conceito de Centros de Serviços Compartilhados, CSC, com duas ferramentas, o que tornava o trabalho maior, explica Garcia.

A partir de 2010, a gigante siderúrgica brasileira começou um projeto para consolidar todas suas operações dentro do Gerdau Business System (GBS), baseado em tecnologia da SAP.

 As unidades localizadas na Colômbia, no México e no Peru foram as pioneiras na utilização do novo sistema e já apresentam resultados positivos. 

No ano de 2012, o sistema foi implantado em operações na Argentina, no Canadá, no Chile, nos Estados Unidos e no Uruguai. 

Em 2013, a iniciativa foi expandida para as demais unidades nos Estados Unidos e foi dado início ao projeto no Brasil, o que está agora em fase final.

Atualmente, a prática SAP da Stefanini representa cerca de R$ 100 milhões por ano, o que coloca a empresa entre os grandes players desse mercado no Brasil, mas ainda é pouco frente ao tamanho da empresa no país.

A Stefanini fechou 2014 com um faturamento de R$ 2,35 bilhões, uma alta de 11% frente ao ano anterior.

Serviços de AMS parecem ser a aposta da Stefanini para crescer em SAP, em um momento do mercado em que grandes projetos de implantação do ERP são uma espécie em extinção.

Em outubro, a empresa abriu centros de serviços compartilhados de ERP em Curitiba, Rio de Janeiro

Eles se somam aos já existentes em São Paulo, Porto Alegre e São Leopoldo, na região metropolitana da capital gaúcha.