Francesco Renzetti, CEO da Almaviva do Brasil. Foto: Divulgação.

Francesco Renzetti foi nomeado como novo CEO da Almaviva do Brasil, empresa do segmento de contact center, CRM e trade marketing.

Em 2000, o executivo italiano iniciou suas atividades no Grupo Almaviva como diretor jurídico. Em 2009, foi nomeado o diretor geral do Grupo Almaviva, cargo que mantém até os dias de hoje.

Em 2013, assumiu a função de vice-presidente executivo da Almaviva do Brasil e, em 2015, presidente da AlmavivA de Colômbia.

Como CEO da empresa no Brasil, Renzetti passa a responder a Marco Tripi, presidente da empresa e CEO global do Grupo AlmavivA. Em paralelo, seguirá como diretor geral da Holding Almaviva e presidente da Almaviva de Colômbia. 

Com mais de 30 anos de experiência, Renzetti formou-se em direito pela universidade La Sapienza de Roma. De 1989 a 1999, foi sócio do Persiani Advogados Associados. Durante este período, também foi assistente no Instituto de Direito Processual Civil da universidade onde se graduou. 

Além disso, entre 1985 e 2005 exerceu diversos cargos públicos na Itália.

Entre os desafios do novo cargo está manter o crescimento da empresa, mesmo com a desaceleração econômica brasileira. Entre 2012 e 2015, a Almaviva do Brasil teve um crescimento de receita anual acima de 40%, tornando-se a terceira maior empresa do segmento no país. 

Nos últimos dois anos, a companhia inaugurou cinco novas unidades e contratou cerca de 16 mil pessoas.

“Conheço bem o que aconteceu nos últimos anos na Europa, em particular na Itália, em mercados mais maduros que o brasileiro. E posso garantir que, aqui no Brasil, temos ainda enormes espaços para manter e fazer crescer o tamanho e a rentabilidade dos nossos negócios”, afirmaRenzetti.

Fundada em 2006, a Almaviva do Brasil tem sede em São Paulo e escritórios nas cidades de Belo Horizonte, Juiz de Fora, Guarulhos, Aracaju, Maceió, Teresina e Brasília. A empresa tem mais de 32 mil funcionários no país.

Para 2015, a empresa antecipou a expectativa de conquistar receita bruta de R$ 1 bilhão, que era prevista anteriormente para 2016.